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Carlos Gusmão, 54 anos, que dirigia o Pálio cor prata, que caiu numa ribanceira na tarde desta sexta-feira (26), no município mineiro de Bertopolis, de acordo com informações de familiares, teve fraturas, mas está lúcido e consciente. Ele foi levado para um hospital da cidade de Almenara, onde se encontra internado. Mesmo machucado, o motorista conseguiu sair do carro e subir o morro íngreme para pedir ajuda. O automóvel, de placa OQW-4693, licenciado em Belo Horizonte-MG, ficou destruído. A mãe do motorista, a professora Maria Edite Vieira Gusmão, 78 anos, a esposa dele, Aucelúcia Souza Soares Gusmão, 47, e a prima Maria Iris Batista Gusmão, 66, morreram no local. O acidente ocorreu em Palmópolis-MG, próximo à divisa do município de Itanhém com o estado de Minas Gerais. Conhecido como ladeira de Jeribá, onde há uma sequencia de curvas acentuadas em um morro muito alto, o local onde ocorreu o acidente é temido por todos que por ali trafegam. A hipótese mais provável é a de que a falta de sinalização tenha confundido o motorista. O radialista Damião Alves Viana esteve no local horas depois do acidente e descreveu a ribanceira onde o carro caiu como “feio e perigoso”. Ele lamentou que aquela fatalidade tenha provocado vítimas fatais e descreveu a professora Maria Edite como uma pessoa muito querida. “Ela foi pioneira na educação em Jucuruçu. De família bem conceituada e de muita credibilidade a professora Maria Edite é muito querida por todos. Há até uma escola no município com o nome dela”, disse o radialista. O médico Ailton Amorim, que foi aluno de Maria Edite, lamentou a morte da professora nas redes sociais. “Hoje a população está consternada com a grande tragédia que aconteceu com dona Maria Edite e seus familiares. Jucuruçu perde a maior educadora de sua história, pessoa ilustre e matriarca incomparável”, escreveu o médico. Água Preta News.

Tragédia: Carro despenca em ribanceira perto da divisa e três da mesma família morrem.



Carlos Gusmão, 54 anos, que dirigia o Pálio cor prata, que caiu numa ribanceira na tarde desta sexta-feira (26), no município mineiro de Bertopolis, de acordo com informações de familiares, teve fraturas, mas está lúcido e consciente. Ele foi levado para um hospital da cidade de Almenara, onde se encontra internado. Mesmo machucado, o motorista conseguiu sair do carro e subir o morro íngreme para pedir ajuda. O automóvel, de placa OQW-4693, licenciado em Belo Horizonte-MG, ficou destruído. A mãe do motorista, a professora Maria Edite Vieira Gusmão, 78 anos, a esposa dele, Aucelúcia Souza Soares Gusmão, 47, e a prima Maria Iris Batista Gusmão, 66, morreram no local. O acidente ocorreu em Palmópolis-MG, próximo à divisa do município de Itanhém com o estado de Minas Gerais. Conhecido como ladeira de Jeribá, onde há uma sequencia de curvas acentuadas em um morro muito alto, o local onde ocorreu o acidente é temido por todos que por ali trafegam. A hipótese mais provável é a de que a falta de sinalização tenha confundido o motorista. O radialista Damião Alves Viana esteve no local horas depois do acidente e descreveu a ribanceira onde o carro caiu como “feio e perigoso”. Ele lamentou que aquela fatalidade tenha provocado vítimas fatais e descreveu a professora Maria Edite como uma pessoa muito querida. “Ela foi pioneira na educação em Jucuruçu. De família bem conceituada e de muita credibilidade a professora Maria Edite é muito querida por todos. Há até uma escola no município com o nome dela”, disse o radialista. O médico Ailton Amorim, que foi aluno de Maria Edite, lamentou a morte da professora nas redes sociais. “Hoje a população está consternada com a grande tragédia que aconteceu com dona Maria Edite e seus familiares. Jucuruçu perde a maior educadora de sua história, pessoa ilustre e matriarca incomparável”, escreveu o médico. Água Preta News.