Propaganda

Beauty



Um grupo de mais de 100 pessoas protestou nesta sexta-feira (23) pelas ruas de Senhor do Bonfim, no Norte da Bahia, a 380km de Salvador, contra a proibição da realização da Guerra de Espadas na cidade. Por decisão judicial, a prática – que ocorre há mais de 70 anos – foi impedida de ser realizada. Os “espadeiros” seguiram em cortejo pelas principais avenidas do município carregando um caixão, que simboliza, segundo eles, a tradição de soltar as espadas na noite do dia 23 de junho. Em entrevista ao site São João na Bahia, o prefeito de Senhor do Bonfim, Carlos Brasileiro, lamentou a decisão da Justiça e disse que, “embora a guerra não seja um evento da prefeitura, faz parte da tradição dos festejos da cidade”. Em nota, a Associação Cultural dos Espadeiros de Bonfim afirmou que “impedir o acontecimento da GUERRA DE ESPADAS passou a ser uma questão pessoal de alguns e nos fica cada vez mais claro que não se trata do interesse mútuo de toda a população bonfinense”. O empresário Maurício Cardoso também criticou a decisão da Justiça e afirmou que “juizes e promotores são passageiros e que a tradição das espadas vai prevalecer sobre decisões pessoais e monocráticas”. Em algumas avenidas da cidade, como a António Carlos Magalhães, a decisão judicial não foi cumprida e a prática de soltar os fogos de artifício foi mantida por alguns adeptos. Assista !Gabriel Carvalho, de Senhor do Bonfim Fotos: Washington Silva DCS/PMBA.

Espadeiros protestam contra proibição de “guerra” em Senhor do Bonfim.



Um grupo de mais de 100 pessoas protestou nesta sexta-feira (23) pelas ruas de Senhor do Bonfim, no Norte da Bahia, a 380km de Salvador, contra a proibição da realização da Guerra de Espadas na cidade. Por decisão judicial, a prática – que ocorre há mais de 70 anos – foi impedida de ser realizada. Os “espadeiros” seguiram em cortejo pelas principais avenidas do município carregando um caixão, que simboliza, segundo eles, a tradição de soltar as espadas na noite do dia 23 de junho. Em entrevista ao site São João na Bahia, o prefeito de Senhor do Bonfim, Carlos Brasileiro, lamentou a decisão da Justiça e disse que, “embora a guerra não seja um evento da prefeitura, faz parte da tradição dos festejos da cidade”. Em nota, a Associação Cultural dos Espadeiros de Bonfim afirmou que “impedir o acontecimento da GUERRA DE ESPADAS passou a ser uma questão pessoal de alguns e nos fica cada vez mais claro que não se trata do interesse mútuo de toda a população bonfinense”. O empresário Maurício Cardoso também criticou a decisão da Justiça e afirmou que “juizes e promotores são passageiros e que a tradição das espadas vai prevalecer sobre decisões pessoais e monocráticas”. Em algumas avenidas da cidade, como a António Carlos Magalhães, a decisão judicial não foi cumprida e a prática de soltar os fogos de artifício foi mantida por alguns adeptos. Assista !Gabriel Carvalho, de Senhor do Bonfim Fotos: Washington Silva DCS/PMBA.